365 dias atrás eu publicizava a idéia de Andarengo – Narrativas de vida e os caminhos do cuidado. Empreitada autoral e solitária que me jogou nas estradas do Brasil e mudou minha vida para sempre. Junto com minha Kombi – fêmea de largo regaço – cruzei os sertões deste país-continente e bebi na fonte da simplicidade de um povo que cuida para sobreviver. Ainda arrebatado pelo canhonaço da experiência me ocorre que nada está terminado. São infinitos os areais.

Hoje trabalho meu carvão na produção de um livro sobre esse tempo vivido, escrito sem a confusa fúria juvenil de outrora, mas com a substância da presença e a alquimia da quietude.

Ainda tem o filme . . .

Seja quais forem os caminhos vindouros Andarengo é tarefa para uma vida inteira. Será, ad aeternum, cenário que forma o meu jeito de mirar o mundo. Meu jeito.

 

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