Me encanta a vida que se recusa a morrer. Não falo da vida, por si só. Falo da vida enquanto desejo, enquanto dinâmica criadora. Da vida capaz de uma alquimia que legitima o triunfo da criação sobre o senso comum. A vida dando uma pirueta na morte. O jogo como linha de fuga. O triunfo do brincante sobre o guerreiro, ainda que o brincante carregue um guerreiro dentro de si.

 

 

 

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